
Jonathan prossegue afirmando que um ambientalista que consome carne tem um ponto cego (blindspot) e refere que a Greenpeace abandonou o consumo da carne e que há um largo debate na Oceana sobre a mesma questão. Foer considera também que figura do carnívoro ético é uma falácia porque mesmo que os animais sejam criados com boas condições de vida, isso não altera em nada o impacte que a sua criação tem no ambiente, mesmo na situação de produção de orgânica. No futuro, o importante não é haver mais vegetarianos no mundo, mas sim mais refeições vegetarianas.
A entrevista termina com o autor a reconhecer que existem incongruências e contradições em todos nós; contudo, o mais importante não é escondê-las, mas assumi-las para que com os outros possamos pensar na melhor forma as tentar ultrapassar e não usar o argumento da hipocrisia para justificar a inação total.
Pode aceder ao texto completo aqui (em inglês).
Créditos
Foto: Jonathan Safran Foer, por Elena Torre (Flickr).
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