Já todos ouvimos falar de software
Open Source, licenças
Creative Commons, licenças
Copyleft,
All Rights Reversed, etc; mas nem sempre é claro para o utilizador comum quais são as vantagens de usar software livre. As aplicações FOSS mais conhecidas são, talvez, o navegador web
Firefox (a partir do qual estou a escrever este artigo) o programa de email e organização
Thunderbird — dois produtos da fundação sem fins lucrativos
Mozilla — e as aplicações de produtividade
OpenOffice e, mais recentemente,
LibreOffice. No domínio dos sistemas operativos temos as distribuições Linux sendo mais conhecida o famoso
Ubuntu, que pediu o nome emprestado à língua zulu. Não posso deixar de referira distribuição
CaixaMágica, uma das primeiras (se não mesmo a primeira) distribuição Linux portuguesas e o
Alinex, um projeto mais recente que nasceu de uma parceria entre a
Universidade de Évora e a
Junta da Extremadura.
Todas as aplicações que referi são inteiramente gratuitas, o código está disponível para uso por terceiros e qualquer delas possui versões em português europeu graças ao esforço de alguns carolas que se disponibilizaram para fazerem a sua tradução.
O conceito Free e Open Source não se aplica apenas a software, mas a produtos que possam se distribuídos pela Internet que vão desde recursos educativos como os patentes em
OERcommons ou os do
REA — OER = Open Education Resoureces e REA = Recursos Educacionais Abertos a conteúdos multimédia como o filme
La Educación Prohibida (todo ele feito com software OpenSource) que foi alvo do
artigo de 16 de agosto deste blogue, sem esquecer livros, revistas, sistemas operativos para telemóveis e tablets...
Martin Owens, no conjunto de slides que se segue, faz um excelente resumo das vantagens do software aberto e da importância de promover o seu uso em detrimento do software proprietário que a grande maioria de nós usa no nosso computador.
Free and Open Source 2 by Doctormo